Rejeição de transplante

O transplante consiste na remoção de um coração saudável de uma pessoa recentemente falecida e transferência para o corpo de uma pessoa com doença cardíaca grave que já não pode ser tratada eficazmente com medicamentos ou outros tipos de cirurgia.

O transplante é reservado para pessoas com insuficiência cardíaca grave, doença arterial coronária, arritmias, outras doenças cardíacas graves.

Devem-se administrar imunossupressores para evitar a rejeição do coração transplantado.

No entanto, quando ocorre a rejeição, a pressão arterial baixa e há acumulação de fluídos nas pernas e às vezes no abdómen, resultando em inchaço (edema). O fluido pode se acumular também nos pulmões, causando uma dificuldade respiratória. A rejeição, no entanto, é normalmente leve.

Fonte: Hertl, 2018

Solução proposta para tratamento das patologias:

Coração artificial

O SynCardia é o único Coração Totalmente Artificial temporário com certificação CE (Certificado de Conformidade Europeia) e FDA (Food and Drug Administration – Entidade reguladora americana). Está cada vez mais referenciado e indicado para situações como falência biventricular, cardiomiopatia (dilatada, restritiva, infiltrativa, hipertrófica, amiloide, congênita pediátrica e adulta), taquicardia ventricular persistente, alteração do septo ventricular, choque cardiogénico refratário, rejeição de transplante ou tumores no coração

O Coração Totalmente Temporário Artificial SynCardia é constituído por cânulas com núcleos diferenciados de ventrículo direito e esquerdo e existem em dois tamanhos diferentes (50cc e 70cc).

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